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Disclosure of payments made to HCPs in Portugal

In recent years GSK has challenged the traditional commercial model of pharmaceutical companies with industry-leading improvements to how we do business. Our improvements aim to meet society’s growing expectation for organisations and individuals to act with transparency. This includes relationships between our industry and healthcare professionals (HCPs) or healthcare organisations (HCOs) so all of these interactions are conducted with integrity and transparency.

In Portugal, GSK strictly complies with the requirements of Portuguese national law (decree number 176/2006) to continuously publish details of all transfers of value with HCOs and HCPs within 30 working days after any payment is made. These disclosures are published and publicly available on the transparency website of Infarmed (Portugal‘s National Authority of Medicines and Health Products / Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde).

Our disclosures in Portugal via Infarmed include all transfers of value made by GSK to individual HCPs as well as HCOs as required under Portuguese national law. 

However, as of 1 January 2016, across all of its business worldwide, and including in Portugal, GSK ended all payments to external HCPs to speak about our prescription medicines or vaccines to audiences who can prescribe or can influence prescribing.

Previous disclosures by GSK Portugal of transfers of value to HCPs and HCPs for speaking engagements to audiences that can prescribe or influence prescribing therefore relate to 2015 and earlier before GSK ended all such speaker payments on 1 January, 2016.

The global changes by GSK to end speaker payments go further than the current industry codes and therefore further than other companies in the industry. We continue, at the same time, to work with HCPs in Portugal and globally for non-promotional activities such as clinical research or support to independent medical education.

Across Europe,we fully support the European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations (EFPIA) Code on the disclosure of individual transfers of value from pharmaceutical companies to healthcare professionals and healthcare organisations.

Under the EFPIA code, and by 30 June 2016, EFPIA member companies across Europe, including GSK, have pledged to disclose transfers of value made in 2015 to HCPs and HCOs in connection with prescription medicines on an individual-named basis (aggregate by exception only).

The EFPIA disclosures include, for example, sponsorship for travel and registration fees to attend medical congresses, HCP consultancy fees for speaker arrangements or for chairing meetings, and grants to HCOs. Transfers of value to HCPs and HCOs for activities related to research and development are disclosed as an aggregate number.

Portuguese pharmaceutical businesses, including GSK Portugal, are exempted from the requirements of the EFPIA disclosure code since they already fully disclose all transfers of value to HCPs and HCOs under the requirements of Portuguese national law.

We believe the disclosures made in Portugal under the law, and in other European countries in compliance with both applicable national laws and the EFPIA disclosure code, will help to create a better understanding of how the pharmaceutical industry works with HCP community and HCOs.

Given the measures GSK has put in place we seek to increase society’s confidence in, and understanding of, how and why we work with healthcare professions for the sustainable improvement of healthcare and in the best interests of patients. More information on our approach to the EFPIA code, how we are leading improvements to industry practices, and the importance of our partnerships with HCPs and HCOs can be found below, and is set out in greater detail.

Media enquiries: Please contact Maria poole da Costa, External Affairs Director, GSK Europe  maria.j.pooledacosta@gsk.com

GSK’s approach to HCP payments and implementing the EFPIA Code across Europe

By 1 January 2016, we ended in all parts of the world, including in Portugal, any payments to external HCPs to speak about our prescription medicines and vaccines although payments before this date are reflected in our disclosures for 2015 and in Portugal our previously published disclosures via Infarmed.

We will continue to work with HCPs for non-promotional activities including conducting clinical research and seeking advice on clinical relevance and appropriate communication of the results of our research, as well as identifying new research areas. We believe that these interactions are an essential part of how we ensure medicines we develop meet patients’ needs.

Find out how disclosing information on payments to doctors has already had positive effects in Europe.

We also continue to work towards publishing global figures at an aggregate level for payments to HCPs, for activities such as advisory services and clinical research. In many countries outside Europe we already publish payments to HCPs – for example, in Australia, Japan and the US. Find out more about our payments to HCPs in the USA, Europe and the rest of the world on the other pages within this section. We will continue to support and work towards increased transparency in other countries as industry associations and/or governments establish specific guidelines for disclosure. 

Divulgação de pagamentos feitos a Profissionais de Cuidados de Saúde (PCS) em Portugal

Nos últimos anos, a GSK desafiou o modelo comercial tradicional das empresas farmacêuticas com a aplicação de melhoramentos de vanguarda na forma como fazemos negócios. Os nossos melhoramentos têm como objetivo atender à expetativa crescente da sociedade de transparência na ação de organizações e indivíduos. Isto inclui as relações entre a nossa indústria e os profissionais de cuidados de saúde (PCS) ou organizações de cuidados de saúde (OCS), de forma a que todas as interações sejam conduzidas com integridade e transparência.

Em Portugal, a GSK cumpre com rigor os requerimentos estabelecidos na legislação Portuguesa (Decreto Lei número 176/2006) de publicação contínua de detalhes de todas as transferências de valores com OCS e PCS dentro do prazo de 30 dias após a efetuação do pagamento. Estas divulgações são publicadas e disponíveis para consulta no site de transparência do Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde de Portugal).

As nossas divulgações em Portugal através do Infarmed incluem todas as transferências de valores feitas pela GSK para PCS individuais ou OCS como requerido pela legislação Portuguesa.

No entanto, desde 1 de janeiro de 2016, em todos os mercados em que operamos no Mundo, incluindo Portugal, a GSK deixou de efetuar pagamentos a PCS externos para fazerem apresentações dos nossos medicamentos ou vacinas sujeitos a receita médica a audiências que os possam prescrever ou influenciar a sua prescrição.

Desta forma, as divulgações em Portugal pela GSK de transferências de valores para PCS e PCS relativamente a apresentações a audiências que possam prescrever ou influenciar a prescrição, reportam a 2015 ou a período anterior, antes de a GSK ter terminado esses pagamentos a oradores a 1 de janeiro de 2016.

As alterações a nível global realizadas pela GSK no sentido de terminar os pagamentos de oradores vão além do exigido pelos códigos da indústria atuais e portanto mais além do que qualquer outra empresa desta indústria. Continuamos, ao mesmo tempo, a trabalhar com os PCS em Portugal e globalmente para atividades não promocionais, como investigação clínica, ou apoiando educação médica independente.

Em toda a Europa,apoiamos de forma inequívoca o Código de divulgação de transferências de valores individuais de empresas farmacêuticas para profissionais de cuidados de saúde e organizações de cuidados de saúde da Federação Europeia de Indústrias e Associações Farmacêuticas (EFPIA [European Federation of Pharmaceutical Industries and Associations]).

De acordo com o código da EFPIA, e até 30 de junho de 2016, as empresas membros da EFPIA por toda a Europa, incluindo a GSK, prometeram divulgar todos as transferências de valores feitas em 2015 para PCS e OCS que estejam relacionadas com medicamentos sujeitos a receita médica com base na identificação do individuo (agregados somente por exceção).

As divulgações da EFPIA incluem, por exemplo, patrocínios para viagens e taxas de inscrição para participações em congressos médicos, honorários de consultadoria de PCS para a realização de apresentações ou para presidir a reuniões e bolsas para OCS. As transferências de valores para PCS e OCS para atividades relacionadas com pesquisa e desenvolvimento são divulgadas como um número agregado.

As empresas farmacêuticas em Portugal, incluindo a GSK Portugal, estão isentas dos requerimentos do código de divulgação da EFPIA visto já exercerem a completa divulgação de todos as transferência de valores para PCS e OCS de acordo com as disposições da legislação Portuguesa.

Somos da opinião que as divulgações feitas em Portugal de acordo com o disposto na legislação, e noutros países Europeus de acordo com a legislação nacional aplicável e o código de divulgação da EFPIA, ajudarão a estabelecer uma melhor compreensão de como a indústria farmacêutica trabalha com a comunidade de PCS e com as OCS.

Dadas as medidas que a GSK pôs em prática, pretendemos aumentar a compreensão e a confiança da sociedade relativamente a como e porque trabalhamos com os profissionais de saúde para um progresso sustentável dos cuidados de saúde e no interesse superior dos pacientes. Mais informações acerca da nossa abordagem ao código da EFPIA, de como estamos a liderar os melhoramentos nas práticas da nossa indústria e da importância das nossas parcerias com PCS e OCS podem ser encontradas abaixo e de uma forma detalhada aqui.

Questões da imprensa: Contactar Vasiliki Dalamanga , Diretor de Comunicações, GSK Europa vasiliki.e.dalamanga@gsk.com

A abordagem da GSK aos pagamentos a PCS e a implementação do código da EFPIA em toda a Europa

A 1 de janeiro de 2016, terminámos em todos os mercados em que estamos presentes no Mundo, incluindo Portugal, quaisquer pagamentos a PCS externos para fazerem apresentações dos nossos medicamentos ou vacinas sujeitos a receita médica. No entanto, os pagamentos anteriores a esta data estão refletidos nas nossas divulgações para 2015 e em Portugal nas nossas divulgações previamente publicadas através do Infarmed.

Continuaremos a trabalhar com os PCS em atividades não promocionais, incluindo a condução de investigação clínica e aconselhamento acerca da relevância clínica e comunicação apropriada dos resultados de nossa investigação, assim com na identificação de novas áreas de investigação. Acreditamos que essas interações são parte essencial de como garantimos que os medicamentos que desenvolvemos vão de encontro às necessidades dos pacientes.

Veja como a divulgação da informação acerca de pagamentos a médicos já atingiu efeitos positivos na Europa.

Também continuamos a trabalhar no sentido de garantir a publicação a nível global dos números relativos a pagamentos a PCS a um nível agregado, relativamente a atividades como, por exemplo, serviços de consultadoria e investigação clínica. Em muitos países fora da Europa já publicamos pagamentos feitos a PCS - por exemplo, na Austrália, Japão e nos EUA.

Obtenha mais informações acerca dos nossos pagamentos a PCS nos EUA, Europa e no resto do Mundo nas outras páginas nesta secção. Continuaremos a apoiar e a trabalhar com o objetivo de maior transparência noutros países à medida as associações da indústria e/ou governos estabelecerem diretrizes específicas para as divulgações. 

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